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segunda-feira, 17 de março de 2014

Sistema de abastecimento Cantareira pela Sabesp



Pessoal,
Vejam o que está sendo feito no sistema de abastecimento Cantareira pela Sabesp.


O Sistema Cantareira, principal fonte de abastecimento da Grande São Paulo, enfrenta uma das piores estiagens dos últimos anos.

Os níveis dos reservatórios estão baixos e exigem a colaboração das pessoas no uso racional da água.

Cartazes, dicas e outros materias foram produzidos para auxiliar na orientação de clientes em casas, prédios, escolas ou estabelecimentos comerciais.

Faça sua parte. Divulgue para amigos, familiares e seja um Guardião das Águas!

Veja o link com os cartazes, orientações e dicas: http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=544

O link dos cartazes no site está em: http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=544


Até mais,
Prof. Amon


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

USP e UFSCAR pesquisam uso de resíduos de bauxita no cimento Portland


Objetivo é reduzir volume de material destinado a aterros pela indústria de alumínio



A Universidade de São Paulo e a Universidade Federal de São Carlos estão pesquisando o aproveitamento de resíduos de bauxita no processo de fabricação do cimento Portland. O investimento nas pesquisas é de R$ 1 milhão, financiados pela Alcoa, empresa que atua na mineração de bauxita e na produção de alumínio.






Subproduto no processo de fabricação do alumínio, o resíduo de bauxita ainda hoje tem pouca utilidade para a indústria e termina em grande parte armazenada em aterros. "Para cada tonelada de alumínio produzido, existe em torno de 4 toneladas de resíduo gerado. É um problema ambiental enfrentado mundialmente", disse o professor José de Anchieta Rodrigues, responsável pelas pesquisas desenvolvidas na Ufscar.


Enquanto a parceria com a Ufscar tem foco no desenvolvimento de uso do resíduo de bauxita como matéria-prima na produção de clínquer (principal componente do cimento Portland) em substituição a matérias-primas convencionais, a parceria feita com a USP tem por objetivo utilizar o resíduo de bauxita como material cimentício suplementar na produção de cimentos compostos. Ambas as pesquisas procuram dar ao resíduo de bauxita uma destinação ambientalmente adequada e viável, uma vez que os fabricantes de cimento poderiam substituir parte da matéria-prima utilizada pelo subproduto da indústria de alumínio. Como explica o professor Rafael Giuliano Pileggi, responsável pelas pesquisas feitas na USP, "o cimento emite em sua fabricação muito CO2 e existe uma tendência mundial em diminuir esse consumo. Uma das alternativas é usar o clínquer em menores proporções, sendo em parte substituído por materiais suplementares."








Ele também explica que, se o resíduo de bauxita for viável como material cimentício suplementar, reduziria o impacto ambiental e reduziria os custos da fabricação de cimento e do armazenamento do resíduo. Segundo o professor Anchieta, os resultados obtidos em sua pesquisa têm sido positivos e indicam que adições de 3% a 5% em peso em peso na fabricação do clinquer não alteram as propriedades mais relevantes de concretos e argamassas, o que já significaria um consumo importante daquele resíduo. O desafio atual está em garantir a durabilidade dos artefatos cimentícios produzidos com o novo cimento. "Em termos de propriedades mecânicas de argamassa feita com os resíduos da bauxita, não tem diferença nenhuma. Pelo contrário, às vezes a nossa formulação chega até a ter uma resistência mecânica maior que a dos cimentos comerciais. Já a questão da durabilidade é mais delicada, por conta do sódio [presente no material]", afirmou o professor. Ele também destacou que, mesmo em termos de resistência contra ataques ácidos e de sulfatos, a diferença é muito pequena. O próximo passo da pesquisa consistirá na realização de testes industriais de pequena escala, para os quais será necessária uma parceria com um produtor de cimento.




segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Natal Solidário vai ajudar famílias carentes


Para proporcionar às famílias carentes de Campo Grande um fim de ano com alegria e dignidade merecida ao ser humano, a Fundação Manoel de Barros (FMB), em parceria com a Universidade Anhanguera-Uniderp e o DCE-Uniderp, realiza a campanha Natal Solidário para arrecadação de alimentos não perecíveis, que serão distribuídos em bairros carentes da capital.
O Natal Solidário FMB será realizado entre os dias 18 de novembro a 13 de dezembro, e os 300 primeiros doadores de 3 kg (quilos) de alimentos não perecíveis (exceto sal) ganharão um par de ingressos para o cinema.
“Queremos contribuir com a melhoria da qualidade de vida das famílias carentes, principalmente em datas tão especiais como Natal e Ano Novo, que tem como ponto forte a união familiar. Infelizmente, muitas pessoas não têm condições de proporcionar uma ceia digna para a família, por isso estamos realizando esta campanha”, revela o Diretor da Fundação Manoel de Barros (FMB), Marcos Henrique Marques.
A entrega dos alimentos deverá ser feita na Fundação Manoel de Barros, rua Ceará, 119; DCE Uniderp, rua Ceará, 333 e nas lojas da Mix Conveniências, loja 1 - Av. Eduardo Elias Zahran, 3004 - Bairro Jd. Ibirapuera; loja 2 - Av. Afonso Pena, 1379 - Vila Cidade, loja 3 - rua Calógeras, 1673 - Centro, loja 4 rua Maracaju, 466 - Centro e loja 5 - Av. Canaã, 111 Bairro São João Bosco. Mais informações pelo telefone 3384-8042!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

BLOG DA ENGENHARIA CIVIL

Caros colegas acadêmicos, a criação do Blog foi motivada com o intuito de facilitar a divulgação dos conteúdos, bem como relatar os diversos assuntos relacionados à Engenharia Civil. Caso tenham algumas sugestões de conteúdos, favor enviá-las para o e-mail jr.carloss@uniderp.edu.br

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vídeo mostra os nove anos de obra da torre One World Trade Center

Projetado pelo escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM), complexa edificação de 541 m de altura foi construída em concreto e estrutura metálica.


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

85º Enic debate o futuro da construção civil

Tema desta edição é "O futuro que vamos construir juntos"

Rodrigo Louzas, do Portal PINIweb
3/Outubro/2013

Marcelo Scandaroli
Os debates e discussões sobre o mercado da indústria da construção civil no 85º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) começaram nesta quinta-feira (3/10), em Fortaleza. Promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), o evento deste ano tem como tema "O futuro que vamos construir juntos".


Na manhã desta quinta-feira (3/10), aconteceu um painel sobre as "Barreiras Regulares e Burocráticas na Competição da Construção Civil Brasileira. Já nesta sexta-feira (04), no painel "Brasil mudou, e a Construção?", o assunto em foco será um debate sobre o momento de mudanças que vive a construção civil.


De acordo com a organização do evento, uma das novidades deste ano é a participação de estudantes universitários na programação do evento. "A participação deles é muito importante, principalmente por termos adotado como lema o futuro. Será uma oportunidade de já envolver os novos engenheiros e arquitetos nos temas relevantes para o desenvolvimento em longo prazo da construção civil", explica o presidente do Sindicato da Indústria do Ceará (Sinduscon-CE), Roberto Sérgio Ferreira.


Os organizadores do evento, que dura até esta sexta-feira (4/10), esperam receber cerca de 1,5 mil participantes, entre autoridades, empresários, agentes financeiros, entre outros profissionais.


Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/negocios/85o-enic-debate-o-futuro-da-construcao-civil-298599-1.aspx

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Nova norma de estruturas de aço em situação de incêndio entra em vigor em setembro

PINIweb

 

Atualização da norma incluiu procedimentos para obtenção dos esforços solicitantes e esforços resistentes de cálculo, além de critérios para evitar o colapso estrutural e prejudicar a fuga dos usuários da edificação

Rodrigo Louzas
27/Agosto/2013
Shutterstock
Entra em vigor no dia 14 de setembro a nova NBR 14323 - Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios em situação de incêndio. A norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece os requisitos de resistência ao fogo para estruturas, com base no método dos estados-limites. O texto da normativa antiga era de 1999.

De acordo com o secretário da comissão de estudos que coordenou a revisão, Ricardo Hallal Fakury, a nova normativa traz modificações em relação aos métodos e procedimentos para obtenção dos esforços solicitantes e esforços resistentes de cálculo. Além disso, a NBR 14323 passou a incluir em seu texto o dimensionamento de perfis formados a frio.
Fakury ainda destaca que a norma deve evitar o colapso estrutural em condições que prejudiquem a fuga dos usuários da edificação e, quando for o caso, evitar soluções que prejudiquem a aproximação e o ingresso de pessoas e equipamentos para as ações de combate ao fogo.

A NBR 14323 está disponível para compra no site da ABNT.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Começa a montagem da cobertura do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos


Telhado é divido em módulos e possui sistema de drenagem para reuso de águas pluviais


Por Carlos Carvalho, da revista Infraestrutura Urbana

Já está em execução a montagem das estruturas para a construção do telhado do Terminal 3 do Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro de Cumbica, em Guarulhos, na grande São Paulo. A estrutura é composta por armações metálicas, fixadas em pilares de concreto. Essas armações são pré-montadas no solo, antes de serem içadas por guindastes e fixadas na estrutura, como explica o superintendente operacional da OAS e engenheiro responsável pelas obras, Francisco Germano.
Marcelo Scandaroli

"No total, serão 40 módulos metálicos de 70 t cada. Quatro módulos são pré-montados ao mesmo tempo no solo e depois içados por dois guindastes de 750 t e 850 t, nos lados Norte e Sul do prédio, até sua posição na cobertura", diz o engenheiro. "A previsão é de que até dezembro desse ano o prédio do terminal de passageiros já esteja totalmente coberto, para que os trabalhos de acabamento interno possam ser realizados sem risco de ser afetados pelas chuvas de verão", completa.Após serem fixados nas estruturas de concreto, esses módulos receberão um fechamento superior com telhas zipadas tipo sanduíche de alumínio ACM. Segundo o arquiteto Andrei de Mesquita, da Engecorps, responsável pelo projeto arquitetônico do terminal ao lado da espanhola Typsa, a cobertura possui alto desempenho termoacústico, sem provocar uma condensação interna, e permite a entrada de iluminação natural no edifício."É exatamente por esse motivo que ela possui várias águas em ângulos e alturas diferentes. Como a fachada do prédio será de vidro, aproveitamos para projetar a cobertura em módulos 'quebrados', que são fechados entre eles em caixilharia de vidro", diz Mesquita.A cobertura terá claraboias com telhas de vidro especial para permitir a entrada de luz natural. Segundo o arquiteto, em caso de incêndio, essas claraboias estarão ligadas ao sistema de controle de fumaça e se abrirão para facilitar seu deslocamento.Um sistema de drenagem irá captar a água pluvial que cairá sobre a cobertura para posterior reuso do terminal. "O sistema de drenagem da cobertura não será o tradicional, por gravidade. É o Full Flow, que trabalha com a água preenchendo toda a tubulação, que nesse caso poderá ser reduzida, pois não há a necessidade de que parte dela esteja cheia de ar para fazer com que o sistema funcione", diz. A. A água captada pela cobertura será direcionada para reservatórios na área de serviços do terminal, localizada no subsolo do edifício.Além da montagem da cobertura, estão em curso o fechamento da alvenaria do terminal e a instalação dos equipamentos principais do sistema automático de bagagens, elevadores e escadas rolantes. A obra foi iniciada em outubro de 2012 e tem previsão de entrega para maio de 2014, quando deve começar a pré-operação do sistema.Novo terminal de passageiros
O Terminal 3 foi inspirado nos aeroportos de Heathrow, em Londres, e de Narita, no Japão. Considerado um dos principais equipamentos para a Copa do Mundo de 2014, o terminal será voltado exclusivamente para voos internacionais e terá capacidade para 12 milhões de passageiros por ano.O complexo ocupará 192 mil m² - maior do que a dos Terminais 1, 2 e 4 juntos. Será estruturado em dois blocos de edifícios, um processador e um píer. Ao todo, são 22 pontes de embarque e pátio para 34 aeronaves. A área comercial terá cerca de 100 estabelecimentos, entre lojas, bares, lanchonetes, restaurantes, livrarias e serviços gerais.O terminal, que estará interligado com o Terminal 2 por uma passarela elevada, climatizada e dupla, com esteiras rolantes e envidraçada, ainda será equipado com área para despacho automático de bagagem (self bag drop), que irá permitir aos passageiros despacharem suas bagagens com até 10 horas de antecedência.
Marcelo Scandaroli
Marcelo Scandaroli
Marcelo Scandaroli
Divulgação

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Projeto de norma exclusiva para estacas pré-fabricadas vai a consulta pública


Texto estabelece os aspectos técnicos e de garantia de qualidade nas etapas de fabricação, manuseio, estocagem, transporte e execução da fundação


Rodrigo Louzas





Marcelo Scandaroli
O projeto da norma técnica exclusiva para estacas pré-fabricadas de concreto entrou em consulta pública. O texto elaborado pelo Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados da Associação Brasileira de Normas Técnicas (CB-18/ABNT) aborda aspectos técnicos e de garantia de qualidade nas etapas de fabricação, manuseio, estocagem e transporte das estacas.Além disso, a normativa destaca ao estabelecimento de parâmetros mínimos para o módulo de elasticidade do concreto, determinação do tempo mínimo de concretagem para a cravação de estacas em obra e a obrigatoriedade do anel ter o mesmo formato da seção transversal da estaca.
De acordo com informação do engenheiro Luís Fernando de Seixas Neves, que atua como secretário da comissão técnica que estuda o assunto, a mudança da norma não terá grande impacto para empresas que confeccionam estacas em fábricas, seguindo um controle de qualidade razoável. O impacto maior será para quem produzir estacas no canteiro.
Ainda segundo Neves, a criação da norma de estacas trará consequências na revisão das normas NBR-6118 (Projeto de estruturas de concreto - Procedimento) e NBR-9062 (Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado). A consulta pública vai até 10 de outubro no site da ABNT.

terça-feira, 23 de abril de 2013

MINHA CASA, MINHA VIDA


Engenheiros e arquitetos da Caixa se posicionam sobre problemas do Minha Casa, Minha Vida



Em comunicado oficial, ANEAC lamenta a demolição de dois prédios no Rio de Janeiro, após apresentar falhas estruturais, e diz que vem buscando a solução dos problemas e continuamente aprimorando os processos internos do banco


Da redação

Nota de Esclarecimento

A Caixa Econômica Federal é uma empresa pública que se destaca no mercado como agente executor das políticas públicas. Dentre os muitos programas do Governo Federal o que mais vem se destacando é o Minha Casa Minha Vida, pela abrangência. São mais de 2 milhões e 500 mil unidades habitacionais contratadas, sendo que destas mais de 1 milhão e 300 mil já foram entregues, atendendo a famílias de várias faixas de renda em todo o país.
Para viabilizar este volume de contratações a Caixa conta com um vasto quadro profissional, formado por engenheiros e arquitetos qualificados, muitos deles especialistas em diversas áreas. Além da observação da ética e dos normativos internos, estes profissionais também atentam para as normas técnicas vigentes.
A responsabilidade deste quadro técnico é analisar a viabilidade financeira dos empreendimentos, verificando o enquadramento nos parâmetros dos respectivos programas, observando a coerência dos valores, em prol dos recursos públicos envolvidos, sem a assunção de responsabilidade pelos projetos e pela execução, uma vez que estas obrigações cabem legalmente aos respectivos responsáveis técnicos e às empresas construtoras.
O posterior acompanhamento periódico da execução das obras, destina-se à verificação da evolução física das mesmas, para efeito de liberação de recursos.
Esta atuação da Caixa e dos profissionais a ela ligados é reconhecida pelo mercado, pela população e pelos órgãos de controle como um fator essencial à correta aplicação dos recursos públicos.
Porém, como ocorre em qualquer atividade humana, a construção civil não é isenta de riscos e nem imune a erros e fatalidades. Além dos fatores externos, o fato de não ser um produto único e nem industrializado, envolvendo diversas fases de execução, possibilita o surgimento fortuito de falhas que, entretanto, na maioria das vezes, são identificadas e as próprias construtoras buscam, de imediato, sanar.
No recente caso do Rio de Janeiro, no qual dois prédios foram demolidos, mesmo sem o laudo conclusivo,ainda não emitido, os indícios levam a crer tratar-se de uma fatalidade para a qual contribuíram diversos fatores, inclusive externos, dentre eles o anormal volume de chuvas e as características do local.
As causas, com certeza, serão identificadas. Porém, cabe ressaltar que o caso é uma exceção. Mesmo somados os casos menos graves, passíveis de rápida solução, o montante representa parcela ínfima das unidades já entregues no Programa Minha Casa Minha Vida.
Lamentável em todos os sentidos, mas inerentes à atividade, a Caixa, concomitantemente com seus profissionais e parceiros, vem buscando a solução dos problemas e continuamente aprimorando os processos internos, constantemente avaliados.
Ciente da vitrine representada pelo programa Minha Casa Minha Vida, a Caixa, seus profissionais de engenharia e arquitetura e a entidade que os representa lamentam o corrido e reforçam o compromisso com a população no sentido de trabalhar dentro da boa técnica, em busca permanente da qualidade e da satisfação dos usuários.
ANEAC - Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa Econômica Federal

ARENA PERNAMBUCO


Arena Pernambuco tem obras civis concluídas


Com investimento de R$ 532 milhões, construção do estádio com capacidade para 46 mil lugares foi realizada em 30 meses. Veja vídeo sobre a evolução da obra

Rodrigo Louzas

As obras da Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (região metropolitana de Recife), foram formalmente concluídas no último domingo (14), após 30 meses de construção. O estádio sediará três jogos da Copa das Confederações, em 2013, e cinco jogos da Copa do Mundo de 2014. O investimento estimado foi de R$ 532 milhões.


Com projeto do escritório Fernandes Arquitetos Associados, a arena, localizada em uma área de 52 hectares, tem capacidade para 46 mil lugares e sua estrutura é adaptada para receber eventos como shows, convenções e outras competições esportivas. O local terá 4.700 vagas de estacionamento, das quais 4.500 serão destinadas a veículos leves e 200 para ônibus.
Construída com pré-moldados de concreto, o estádio tem fechamento lateral feito com filme de etileno tetrafluoretileno (ETFE), que permite o melhor aproveitamento da iluminação e ventilação naturais. A área externa terá ainda um sistema de LED que mudará de cor de acordo com o evento realizado
Já, a cobertura, fixada sobre 68 pilares metálicos apoiados no concreto, é sustentada por estrutura em balanço atirantada nos pilares e estrutura espacial em aço, com fechamento superior formado por um anel externo fechado com telhas metálicas termoacústicas cobertas com manta tipo TPO, e anel interno com fechamento em vidro. A estrutura importada da Espanha foi dividida em 22 módulos, pré-moldados no solo, e içada pronta, de modo a antecipar a colocação das telhas, forros e vidros.
A Arena fornecerá energia através de uma usina solar própria. A energia gerada a partir da captação da luz solar deve destinar-se ao abastecimento do estádio, porém, quando não estiver operando para a arena, vai atender a uma rede de distribuição convencional. A usina tem potencial instalado de 1 MWp, o equivalente ao consumo médio de 6 mil pessoas.
O estádio ainda servirá como ponto de partida para a implantação da Cidade da Copa, um novo núcleo urbano com áreas residenciais, de escritórios, educacional e de entretenimento. Segundo o Consórcio Arena Pernambuco, formado pelas empresas Odebrecht Participações e Investimentos e Odebrecht Infraestrutura, serão preservados 600 mil m² de Mata Atlântica nativa, e adotadas tecnologias que garantem o uso racional de recursos naturais como a reserva e utilização de água de chuva, reuso de água, energia solar e outras soluções que utilizam a luz e a ventilação naturais.
"É uma mudança cultural, esse padrão de conforto de quem assiste é um incentivo à cultura. antigamente, os estádios tinham alambrado, fosso, e na Arena, o espectador fica quase dentro do gramado", afirmou o governador Eduardo Campos.
Além da Arena Pernambuco, outros três estádios já foram entregues: Castelão (Fortaleza), Fonte Nova (Salvador) e Mineirão (Belo Horizonte). Para a Copa das Confederações, que será realizada neste ano, ainda precisam ser finalizados o Mané Garrincha (Brasília) e o Maracanã (Rio de Janeiro).
Divulgação: Arena Pernambuco
Abelardo Mendes Jr/Portal da Copa
Divulgação: Arena Pernambuco
Divulgação: Arena Pernambuco
Divulgação: Arena Pernambuco
Divulgação: Arena Pernambuco
Divulgação: Arena Pernambuco
Divulgação: Arena Pernambuco

Nova norma de elevadores de canteiro de obra é publicada pela ABNT


NBR 16200 vale para equipamentos utilizados para transporte de pessoas e materiais, que contenha cabina guiada verticalmente


Foi publicada na última sexta-feira (19) a NBR 16200, sobre elevadores de canteiros de obras para pessoas e materiais com cabina guiada verticalmente. O documento foi elaborado pelo Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos (CB-04) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Como a antiga norma de conformidade dos equipamentos, a NBR 233:1975, estava obsoleta, a entidade reguladora optou por cancelá-la e criar uma nova que considere a atual situação dos elevadores. Sendo assim, os critérios de verificação e os métodos de ensaio foram revistos, estendidos e atualizados, de modo a garantir maior segurança na operação dos equipamentos.
O novo texto apresenta uma análise sobre os riscos potenciais e os requisitos mínimos para evitar acidentes. Além disso, determina que sejam consideradas as cargas mortas (estáticas e dinâmicas), a carga do vento em serviço e em posição fora de serviço e na montagem e desmontagem do elevador, sem considerar a carga transportada em função da área da cabina. O documento estima, ainda, os tipos de freios que devem ser utilizados e pleiteia a necessidade da instalação de dispositivo de sobrecarga.
"Os acionamentos considerados nessa norma são por meio de cabos e tambor, pinhão e cremalheira, pistão hidráulico ou por um mecanismo articular expansível. Em síntese, os elevadores de canteiro de obras serão tão seguros quanto os tradicionais elevadores de passageiros", detalha o engenheiro Francisco Valente.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Decon-MS 2013

      Vem aí a segunda edição da Decon MS, a maior feira de decoração e construção do Mato Grosso do Sul. Mais de 100 empresas com tudo que você precisa para construir, decorar e reformar. Novidades, ofertas e condições especiais. Palestras técnicas, espaço cultural, praça de alimentação e a exclusiva palestra de Design útil com Marcelo Rosenbaum. Decon MS, dias 18 a 21 de abril no Albano Franco. a partir das 14h as 22h. 



sábado, 30 de março de 2013

Conclusão da obra atrasa e Aquário do Pantanal fica pronto só em 2014


A obra do Centro de Pesquisa e de Reabilitação da Ictiofauna Pantaneira, popularmente conhecido como Aquário do Pantanal, vai sofrer atraso. De acordo com o governador André Puccinelli (PMDB), a entrega não será mais em outubro de 2013, mês que Mato Grosso do Sul completa 36 anos.
“Um oceanógrafo, vindo de Portugal, nos questionou se as pessoas não vão mergulhar nos tanques”, contou. O Aquário do Pantanal é construído no Parque das Nações, altos da avenida Afonso Pena, em Campo Grande.

Conforme relatório do TCE/MS (Tribunal de Contas do Estado), que acompanha a execução do projeto, já foram concluídos 67% da parte física e gastos 43% do orçamento. O último documento disponível ainda traz a data de conclusão para outubro de 2013 e investimentos de R$ 84.749.754,23. A obra é executada pela Egelte Engenharia e foi lançada em maio de 2011.
Em seus 18 mil metros quadrados de área construída, equivalente a duas praças Belmar Fidalgo, o Aquário do Pantanal vai abrigar 24 tanques, que concentrarão 6,6 milhões de litros de água. Os números superlativos lhe conferem o status de maior aquário de água doce do mundo.
Sob medida  – De acordo com o titular da Semac (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia), Carlos Alberto Negreiros Said Menezes, o atraso no cronograma é porque a obra é cheia de detalhes. “Não é uma obra bruta”, afirma.

A previsão do secretário e que a conclusão da estrutura básica, o esqueleto do projeto, leve até cinco meses. “Depois, entra na fase mais delicada, o fechamento, o acabamento. Que leva mais uns seis meses”, diz. A previsão é que a inauguração seja no início de 2014, mas ainda não há data definida.
Para os tanques, a encomenda do acrílico foi sob medida e o material é importado de uma empresa americana. “Tem acabamento especial, com resistência e transparência”, salienta. Sobre o mergulho em tanque, ele explica que a liberação, a princípio, será para o último reservatório, batizado de Rio Paraguai.

Negócios – Além de atrair turistas, o Aquário do Pantanal é erguido com objetivos econômicos. “Uma nova proposta na economia de Mato Grosso do Sul”, afirma o secretário. A produção de conhecimento será na cadeia do peixe e plantas aquáticas, com estudo de remédios e cosméticos.

terça-feira, 5 de março de 2013

DNIT prepara novo modelo de supervisão de obras

Empresas devem ser contratadas para ajudar a fiscalização de empreitadas da autarquia. Medida surgiu após o Tribunal de Contas da União detectar fragilidade no atual acompanhamento dos serviços contratados


Gustavo Jazra




Divulgação/Dnit
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou, na última sexta-feira (1), que está em fase de preparação de um novo modelo de supervisão das obras que executa em todo o País. A princípio, a ideia é contratar supervisoras para ajudar a autarquia durante as fases de execução, trabalhos de restauração e pavimentação, assim como na hora de entrega da obra.
A medida é em resposta ao acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), publicado na última quinta-feira (27), que confirma a necessidade de melhorar a fiscalização dos serviços contratados. De acordo com o diretor geral do DNIT, Jorge Fraxe, um diagnóstico realizado pela autarquia, antes mesmo da publicação do acórdão, apontou certa fragilidade na supervisão de obras, o que poderia trazer riscos à qualidade final dos serviços.
Fraxe afirmou que mesmo sem o reforço na supervisão, a autarquia devolveu aos cofres públicos aproximadamente R$ 21 milhões relativos a obras refeitas ou ajustadas no ano passado. Além disso, problemas como erros de execução e atrasos resultaram no recebimento de R$ 1,5 milhão em multas e outras 40 notificações foram enviadas às contratadas por obras mal conduzidas.
Sendo assim, o novo modelo deve usar equipamentos específicos como FWD e Perfilóigrafo para medir o comportamento dos pavimentos antes do encerramento dos contratos com as construtoras e a emissão do Termo de Recebimento Definitivo.
Auditoria
No último dia 27, o TCU realizou auditoria na unidade do DNIT do estado do Rio Grande do Sul, com o objetivo de verificar a qualidade das obras de duplicação no trecho da rodovia BR-392/RS, no trecho entre Rio Grande e Pelotas, que passa pela região central do estado e o atravessa diagonalmente.
A fiscalização observou que, apesar das boas condições de trafegabilidade, foram detectadas impropriedades da junta longitudinal que coincide com o eixo da rodovia. Também foram verificadas irregularidades longitudinais em dois pontos isolados e quebras em formato de cunha de pequenas dimensões em alguns pontos ao longo do trecho de 27 km.
A obra não apresentava, ainda, termo de recebimento provisório e definitivo, além de não conter previsão de avaliações objetivas sobre a qualidade da obra no contrato, que deveria ser realizada após a entrega do empreendimento.
Para conferir o acórdão TC-030.410/2012-6 na íntegra, clique aqui.



sexta-feira, 1 de março de 2013

Empresa adota sistema tridirecional de lajes nervuradas em obra em Fortaleza

Método promete vencer vãos maiores com menos concreto, reduzindo a deformação e os esforços nas armaduras


Karina Dacol, da revista Téchne


Uma inovação construtiva em relação às lajes nervuradas começa a chamar a atenção do setor da construção. Trata-se da inserção de uma terceira nervura na estruturação da laje.  O sistema construtivo da laje tridirecional é bastante semelhante ao sistema de lajes bidirecionais. "A grande mudança é na fôrma plástica, que servirá para moldar e confeccionar as três nervuras na laje", explica Valter Bastos, engenheiro civil da Impacto Protensão, empresa cearense que apresentou trabalhos sobre a tecnologia no Congresso Brasileiro do Concreto de 2012, realizado em Maceió. "Esse molde possui uma nervura diagonal na qual poderão ser inseridas armaduras passivas ou a cordoalha para protensão", completa.
Pela ordem natural, as lajes descarregam os esforços nas vigas e essas, nos pilares, que levam os esforços às fundações. No sistema tridirecional, os moldes para as nervuradas são rotacionados a 45º da direção principal, onde a armadura passa a ser na diagonal. As vigas continuam na forma convencional, mas deixam de ser totalmente maciças para servirem como vigas nervuradas. Dessa forma, os moldes se estendem até o local onde seriam as vigas convencionais, mas no alinhamento dos apoios, os moldes são diferentes. Na nervura diagonal poderão ser inseridas armaduras passivas ou mesmo a cordoalha para protensão. (ver figuras 3 e 4).
Esse tipo de fôrma, ao eliminar o uso de vigas maciças usadas no sistema convencional, permite que o trecho seja calculado como laje. "Não vão existir estribos, facilitando a execução e diminuição dos custos", diz o projetista da empresa, Carlos Ibiapina. O sistema promete reduzir a espessura da laje, com condições que possibilitam vencer vãos maiores utilizando menos concreto, proporcionando redução na deformação e dos esforços nas armaduras. "O princípio básico utilizado na inclinação das nervuras a 45° consiste no encaminhamento dos esforços diretamente aos pilares, diferentemente do sistema tradicional utilizado no Brasil, onde os esforços migram primeiro para as vigas para, posteriormente, chegarem aos pilares", explica Ibiapina. Segundo o engenheiro, a inclusão da terceira nervura garante a rigidez necessária para o bom desempenho da laje.
A primeira obra com o uso desse sistema pela Impacto Protensão está sendo executada em Fortaleza, no bairro Jardim das Oliveiras. Segundo Valter Bastos, entre as diversas alternativas avaliadas para o empreendimento, um edifício comercial com 632,71 m² de área construída, a solução de laje tridirecional foi a mais viável tecnica e economicamente. "O sistema reduziu a quantidade de aço e concreto da obra, além de facilitar a execução, já que as lajes são totalmente planas e formadas por moldes plásticos. Com isso, o custo de execução do edifício comercial diminui consideravelmente", finaliza.
Divulgação: Impacto protensão
Divulgação: Impacto protensão
Divulgação: Impacto protensão
Divulgação: Impacto protensão

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Licitação para obras do Trecho Norte do Rodoanel, em São Paulo, recebe 18 propostas



Melhor combinação de propostas para a construção dos seis lotes da obra representa economia de R$ 1,2 bilhão


Gustavo Jazra


A Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) abriu na última quinta-feira (8) as propostas comerciais da licitação que vai escolher as empresas responsáveis pela construção dos seis lotes do Trecho Norte do Rodoanel, em São Paulo. Ao todo, 18 empresas e consórcios estão participando do certame.


Divulgação: Dersa

De acordo com a Dersa, a melhor combinação de propostas representa uma economia de 23,1% para o Governo do Estado de São Paulo. Com isso, o valor referência da licitação (R$ 5,08 bilhões) foi reduzido para R$ 3,9 bilhões.
Esta é a última etapa da licitação internacional. As propostas entregues serão analisadas pela Dersa e submetidas à avaliação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que financiará R$ 2 bilhões da obra.
O segundo lote é o mais disputado pelos concorrentes: 15 das 18 propostas recebidas escolheram este lote como preferido. O lote 5 vem em segundo lugar, com 12 interessados. A previsão é que o resultado final da licitação seja divulgado no próximo mês, quando os licitantes vencedores devem ser homologados.
O projeto do Trecho Norte possui 44 quilômetros de extensão e liga os trechos Leste e Oeste do Rodoanel, totalizando uma área de 10 milhões de m². As estimativas indicam que cerca de 65 mil veículos devem circular diariamente pelo Trecho Norte, que atravessa os municípios de São Paulo, Guarulhos e Arujá.

Revisão da Norma de Desempenho é encerrada pela comissão de estudos da ABNT




Divididos em seis partes, novos textos deverão ser publicados em meados de dezembro


Da redação




Marcelo Scandaroli
A comissão de estudos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) encarregada de examinar os votos recebidos na consulta nacional da NBR 15575 - Edificações Habitacionais - Desempenho encerrou seus trabalhos nesta sexta-feira (9). As seis partes da normativa, que foram publicadas em 2008, começaram a ser revisadas em janeiro de 2011.
Os novos textos já estão divulgados no sistema Livelink da ABNT. A norma é dividida em requisitos gerais, estrutura, pisos, vedações verticais internas e externas, coberturas e sistemas hidrossanitários.
Segundo o engenheiro Paulo Grandiski, participante da comissão de estudos, a publicação dos novos textos das seis partes da NBR15575:2012 deve ocorrer em meados de dezembro, com entrada em vigor prevista para 150 dias após a publicação (aproximadamente maio de 2013).