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domingo, 13 de outubro de 2013

Colapso da Ponte Tacoma

Este vídeo é um raro registro em grandes proporções sobre o fenômeno ondulatório da Teoria dos Batimentos.
Veja em 1:25


Fernando Lobo Carneiro



(1913 - 2001)


Entrevista concedida a Luiz Bevilacqua (Coordenação de Programas de Pós-graduação em Engenharia, UFRJ), Ildeu de Castro Moreira (Instituto de Física, UFRJ) e Alicia Ivanissevich (Ciência Hoje).


Publicada em setembro de 1991.


De família mineira, o engenheiro reconhecido internacionalmente na área de estruturas, Fernando Lobo Carneiro nasceu em 1913, no Rio de Janeiro. Passou a infância numa chácara, na Gávea, então um bairro remoto e bucólico. Sempre se destacou nos estudos. Ainda cursando o quinto ano da Politécnica, estagiou no escritório de cálculo em concreto armado de Emílio Baumgart, onde adquiriu conhecimentos que resultariam em aplicações futuras, como o cálculo da estrutura do edifício da Faculdade de Arquitetura da UFRJ, da ponte rodoviária sobre o rio Doce (Ponte Nova, MG) e do interceptor oceânico Glória-Botafogo, no Rio de Janeiro. Pesquisador do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) durante 33 anos, realizou trabalhos de relevo, como o ensaio para a determinação de resistência à tração dos concretos, hoje internacionalmente adotado, e um método de dosagem experimental, publicado em Dosagem de concretos, editado pelo INT em 1943. Várias vezes morou no exterior: em Montevidéu, estudando na refinaria de petróleo da Administración Nacional de Combustibles, Alcohol y Portland (ANCAP), em 1939; em Viena, como representante do INT no Comitê da International Organization for Standardization (ISO), em 1956; e em Paris, junto à União Internacional dos Laboratórios de Ensaios e Pesquisas sobre Estruturas e Materiais (RILEM), em 1964. Desde 1960, participa dos trabalhos do Comitê Europeu do Concreto como delegado brasileiro. Enquanto morou na França, dedicou-se ao estudo da história da ciência, tendo publicado um artigo sobre Galileu. Convidado para o cargo de professor titular da Coppe em 1967, organizou o curso de engenharia civil. Como coordenador geral do contrato de cooperação técnica entre a UFRJ e a Petrobrás, presidiu as comissões organizadoras de sete congressos internacionais sobre engenhariaoffshore. Muito querido pelos alunos, foi paraninfo de sete turmas de engenharia civil. Aos 78 anos, Lobo Carneiro recorda os momentos mais importantes de sua carreira, com a verve de quem muito viajou, muito viveu e tem o que contar.


Como surgiu o seu interesse pela engenharia?


Por influência do meu pai, Otávio Carneiro, que era engenheiro. Eu o admirava muito e, na época, era quase uma tradição seguir a carreira do pai.


Em que ano se formou no curso de engenharia?

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

BLOG DA ENGENHARIA CIVIL

Caros colegas acadêmicos, a criação do Blog foi motivada com o intuito de facilitar a divulgação dos conteúdos, bem como relatar os diversos assuntos relacionados à Engenharia Civil. Caso tenham algumas sugestões de conteúdos, favor enviá-las para o e-mail jr.carloss@uniderp.edu.br

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vídeo mostra os nove anos de obra da torre One World Trade Center

Projetado pelo escritório Skidmore, Owings & Merrill (SOM), complexa edificação de 541 m de altura foi construída em concreto e estrutura metálica.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

Empresa adota sistema tridirecional de lajes nervuradas em obra em Fortaleza

Método promete vencer vãos maiores com menos concreto, reduzindo a deformação e os esforços nas armaduras


Karina Dacol, da revista Téchne


Uma inovação construtiva em relação às lajes nervuradas começa a chamar a atenção do setor da construção. Trata-se da inserção de uma terceira nervura na estruturação da laje.  O sistema construtivo da laje tridirecional é bastante semelhante ao sistema de lajes bidirecionais. "A grande mudança é na fôrma plástica, que servirá para moldar e confeccionar as três nervuras na laje", explica Valter Bastos, engenheiro civil da Impacto Protensão, empresa cearense que apresentou trabalhos sobre a tecnologia no Congresso Brasileiro do Concreto de 2012, realizado em Maceió. "Esse molde possui uma nervura diagonal na qual poderão ser inseridas armaduras passivas ou a cordoalha para protensão", completa.
Pela ordem natural, as lajes descarregam os esforços nas vigas e essas, nos pilares, que levam os esforços às fundações. No sistema tridirecional, os moldes para as nervuradas são rotacionados a 45º da direção principal, onde a armadura passa a ser na diagonal. As vigas continuam na forma convencional, mas deixam de ser totalmente maciças para servirem como vigas nervuradas. Dessa forma, os moldes se estendem até o local onde seriam as vigas convencionais, mas no alinhamento dos apoios, os moldes são diferentes. Na nervura diagonal poderão ser inseridas armaduras passivas ou mesmo a cordoalha para protensão. (ver figuras 3 e 4).
Esse tipo de fôrma, ao eliminar o uso de vigas maciças usadas no sistema convencional, permite que o trecho seja calculado como laje. "Não vão existir estribos, facilitando a execução e diminuição dos custos", diz o projetista da empresa, Carlos Ibiapina. O sistema promete reduzir a espessura da laje, com condições que possibilitam vencer vãos maiores utilizando menos concreto, proporcionando redução na deformação e dos esforços nas armaduras. "O princípio básico utilizado na inclinação das nervuras a 45° consiste no encaminhamento dos esforços diretamente aos pilares, diferentemente do sistema tradicional utilizado no Brasil, onde os esforços migram primeiro para as vigas para, posteriormente, chegarem aos pilares", explica Ibiapina. Segundo o engenheiro, a inclusão da terceira nervura garante a rigidez necessária para o bom desempenho da laje.
A primeira obra com o uso desse sistema pela Impacto Protensão está sendo executada em Fortaleza, no bairro Jardim das Oliveiras. Segundo Valter Bastos, entre as diversas alternativas avaliadas para o empreendimento, um edifício comercial com 632,71 m² de área construída, a solução de laje tridirecional foi a mais viável tecnica e economicamente. "O sistema reduziu a quantidade de aço e concreto da obra, além de facilitar a execução, já que as lajes são totalmente planas e formadas por moldes plásticos. Com isso, o custo de execução do edifício comercial diminui consideravelmente", finaliza.
Divulgação: Impacto protensão
Divulgação: Impacto protensão
Divulgação: Impacto protensão
Divulgação: Impacto protensão

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012